{"id":43012,"date":"2025-03-08T14:12:15","date_gmt":"2025-03-08T17:12:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/?p=43012"},"modified":"2025-03-08T14:12:23","modified_gmt":"2025-03-08T17:12:23","slug":"como-eunice-paiva-brasileiras-encararam-dor-e-demora-por-direitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/pt\/como-eunice-paiva-brasileiras-encararam-dor-e-demora-por-direitos\/","title":{"rendered":"Como Eunice Paiva, brasileiras encararam dor e demora por direitos"},"content":{"rendered":"<p><strong>Conhe\u00e7a outras mulheres que lutaram pela fam\u00edlia e pela democracia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sorrisos, festa, m\u00fasica\u2026 Oito de mar\u00e7o era sempre de celebra\u00e7\u00e3o especial do anivers\u00e1rio de Elza dos Santos. Al\u00e9m de comemorarem a vida dela, os seis filhos lembravam que era dia das mulheres. E ela, a \u2018rainha\u2019 deles, na casa de um quarto, em que todos moravam no Rio de Janeiro. Elza, que perdeu o marido precocemente, atravessava a madrugada trabalhando como costureira. Foi tamb\u00e9m em um m\u00eas de mar\u00e7o, no dia 15, em 1971, que a dor passou a ocupar espa\u00e7o naquela casa.&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1633656&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1633656&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Foi aquele o dia em que o filho mais velho, o estudante de ensino t\u00e9cnico em contabilidade&nbsp;Joel Vasconcelos, de 21 anos, foi preso por agentes da ditadura militar e desapareceu. Elza, desde ent\u00e3o, passou a lutar para tentar salvar o rapaz. Iniciou um p\u00e9riplo. Carregava a foto do filho por onde ia. Buscou not\u00edcias, chorou escondida a aus\u00eancia do rapaz, que era idealista e&nbsp; diretor da Uni\u00e3o Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Foto na escadaria<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"754\" height=\"829\" data-attachment-id=\"43014\" data-permalink=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/pt\/como-eunice-paiva-brasileiras-encararam-dor-e-demora-por-direitos\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito.webp\" data-orig-size=\"754,829\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito.webp\" src=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-43014\" srcset=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito.webp 754w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito-360x396.webp 360w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito-136x150.webp 136w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito-465x511.webp 465w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/elza_-_no_centro_da_familia_-_altair_ao_lado_direito-455x500.webp 455w\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Elza dos Santos teve o filho preso e desaparecido durante a ditadura militar &#8211; Foto\u00a0<\/em><strong>Elza dos Santos\/Arquivo Pessoal<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Mesmo diante do desespero que se abateu, ela pedia que os filhos n\u00e3o deixassem de sorrir enquanto lutava para que dessem&nbsp;informa\u00e7\u00f5es ou entregassem o corpo ou a certid\u00e3o de \u00f3bito.<\/strong>&nbsp;Joel, que tamb\u00e9m era sapateiro, ajudava nas despesas de casa, e teria morrido ap\u00f3s torturas nas depend\u00eancias do DOI-Codi (entre 15 e 19 de mar\u00e7o). Elza morreu em 1994, aos 64 anos, sem ter o corpo do filho.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/acrobat.adobe.com\/id\/urn:aaid:sc:VA6C2:4dc6db35-0bfe-43bf-b737-fe604fdba68f?viewer%21megaVerb=group-discover\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener follow external sponsored ugc\" data-wpel-link=\"external\">Veja a certid\u00e3o de \u00f3bito<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das filhas de Elza e irm\u00e3 de Joel, a advogada Altair de Almeida, de 68 anos, recorda que a m\u00e3e buscava tamb\u00e9m a f\u00e9 religiosa para ter alguma esperan\u00e7a de mudan\u00e7a de cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEla ficava na escadaria da Cinel\u00e2ndia todos os dias com a foto do meu irm\u00e3o. Nunca se calou, procurou o presidente, o papa.&nbsp;N\u00e3o tinha quem n\u00e3o a conhecia\u201d, lembra&nbsp; Altair que perdeu o irm\u00e3o, quando ela era uma adolescente de 14 anos.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Visibilidade<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Hist\u00f3rias como a dessa fam\u00edlia foram reconhecidas, principalmente ap\u00f3s o relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade (CNV), em 2014, e passaram a ter nova chance de visibilidade com as repercuss\u00f5es do filme \u201c<em>Ainda estou aqui<\/em>\u201d, sobre a luta de Eunice Paiva, vi\u00fava do ex-deputado Rubens Paiva.&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/memoriasreveladas\/pt-br\/assuntos\/comissoes-da-verdade\/volume_1_digital.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener follow external sponsored ugc\" data-wpel-link=\"external\">Veja relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o Nacional da Verdade<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a historiadora Lorrane Rodrigues, coordenadora executiva do Instituto Vladimir Herzog, s\u00e3o as mulheres que levam \u00e0 frente as pol\u00edticas de mem\u00f3ria, verdade e justi\u00e7a para a Am\u00e9rica Latina como um todo, incluindo o Brasil.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&nbsp;\u201cEssa repercuss\u00e3o toda causada pelo filme \u00e9 muito importante para a gente entender qual \u00e9 o papel dessas mulheres, seja no per\u00edodo da ditadura militar&nbsp;ou em outros per\u00edodos que o pa\u00eds j\u00e1 viveu\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c0 espera<\/h2>\n\n\n\n<p>No caso da hist\u00f3ria de Joel, que era negro e tinha passado pelo servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio, foi preso quando estava acompanhado de um amigo&nbsp;nas imedia\u00e7\u00f5es do Morro do Borel. De acordo com o relat\u00f3rio da CNV, a pris\u00e3o teria ocorrido por suspeita de tr\u00e1fico. Ocorre que o rapaz apenas levava cartazes contra a ditadura e ingressos para a pe\u00e7a de teatro &#8220;<em>O Rei da Vela<\/em>&#8220;, de Oswald de Andrade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os policiais militares entregaram os amigos para militares do Ex\u00e9rcito, justamente para pessoas que tinham a mesma farda que ele&nbsp; vestiu um dia. Da vida na caserna, ficava feliz de guardar a disciplina e a organiza\u00e7\u00e3o. \u201cA minha m\u00e3e nunca deixou mudar o telefone de casa na esperan\u00e7a que algum dia ele fosse ligar\u201d, recorda a irm\u00e3 de Joel. \u201cA foto que mais circula do meu irm\u00e3o \u00e9 a que tinha na Carteira de Trabalho dele\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Joel come\u00e7ou a trabalhar com 11 anos de idade a partir de uma habilidade como sapateiro. A perda de Joel impactou financeiramente a fam\u00edlia, j\u00e1 que Elza tinha que trabalhar o dobro para cuidar de todos,&nbsp;agora sozinha, e pagar advogados em busca dos direitos. Na d\u00e9cada de 1990, conseguiram o primeiro atestado de \u00f3bito como desaparecido pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&#8220;Vamos sorrir&#8221;<\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo com a perda e uma dor intang\u00edvel, Elza n\u00e3o perdeu a alegria.&nbsp;\u201cDizia para a gente n\u00e3o parar de sorrir porque o nosso irm\u00e3o era um her\u00f3i. A minha fam\u00edlia era pobre, mas nossa hist\u00f3ria \u00e9 de muita alegria tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na mem\u00f3ria de Altair, ficaram imagens do irm\u00e3o a carreg\u00e1-la&nbsp;nos ombros para assistir aos jogos do Vasco, para praticar futebol e na ajuda aos estudos com matem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEu tenho ainda esperan\u00e7a de que um dia saberemos exatamente o que aconteceu com meu irm\u00e3o e que o corpo seja entregue \u00e0&nbsp;fam\u00edlia. N\u00e3o h\u00e1 possibilidade de haver esquecimento\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perdas e luta<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das fundadoras do movimento Tortura Nunca Mais, a professora Vict\u00f3ria Grabois, de 81 anos, perdeu o pai (Maur\u00edcio, ex-deputado, de 61 anos), o irm\u00e3o (Andr\u00e9, estudante, de 27) e o marido (Gilberto Ol\u00edmpio, jornalista, de 31)&nbsp;em 1973, assassinados por agentes da ditadura na regi\u00e3o da Serra do Araguaia. A fam\u00edlia, que vive no Rio de Janeiro, nunca recebeu os corpos. \u201cEu acho que eu vou morrer sem resposta\u201d, lamenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela acredita, no entanto, que o filme \u201c<em>Ainda estou aqui<\/em>\u201d tenha trazido nova perspectiva para a luta das fam\u00edlias dos desaparecidos. Vict\u00f3ria&nbsp;espera que o Supremo Tribunal Federal (STF) vote para desengavetar processos sobre o assunto que est\u00e3o na Corte.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA repercuss\u00e3o do filme \u00e9 muito interessante para a nossa luta. Tem hist\u00f3rias de m\u00e3es que precisam ser contadas no Brasil. Muitas m\u00e3es eram donas de casa, professoras, oper\u00e1rias. Essas mulheres levaram a luta\u201d, diz<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Ela defende que o Estado brasileiro precisa abrir mais arquivos do que ocorreu durante o regime que durou 21 anos. \u201cSe hoje a gente fala de ditadura, isso se deve \u00e0s mulheres, \u00e0s m\u00e3es, \u00e0s esposas, companheiras\u201d, afirma Vict\u00f3ria Grabois.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A professora lembra&nbsp;que ficou sabendo que o irm\u00e3o havia sido v\u00edtima de uma emboscada. J\u00e1 nas mortes do pai e do marido, ela&nbsp;descobriu o que havia ocorrido pelos jornais. Desde ent\u00e3o, considera que os direitos ocorreram a \u201cconta gotas\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A certid\u00e3o de \u00f3bito, que reconheceu que os familiares haviam sido mortos durante a ditadura, foi importante, segundo a ativista, para que a fam\u00edlia&nbsp;pudesse&nbsp;acessar recursos de pessoas assassinadas. Inclusive para fazer com que a vida continuasse. Quando eles morreram, o filho de Vict\u00f3ria tinha apenas quatro anos de idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pris\u00e3o aos quatro&nbsp;meses<\/h2>\n\n\n\n<p>Eram crian\u00e7as tamb\u00e9m, em S\u00e3o Paulo, quatro filhos dos oper\u00e1rios Virg\u00edlio Gomes, de 36 anos, e Ilda Martins, de 38. Virg\u00edlio foi considerado o primeiro desaparecido pol\u00edtico da ditadura militar. Ele foi preso em setembro de 1969 por militares, encaminhado para o Departamento de Ordem Pol\u00edtica e Social (Dops), onde foi torturado e assassinado, mas nunca o corpo foi entregue \u00e0 fam\u00edlia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"754\" height=\"566\" data-attachment-id=\"43015\" data-permalink=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/pt\/como-eunice-paiva-brasileiras-encararam-dor-e-demora-por-direitos\/familia_de_ilda_e_virgilio-_isabel_em_pe\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe.webp\" data-orig-size=\"754,566\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe.webp\" src=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-43015\" srcset=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe.webp 754w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe-528x396.webp 528w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe-200x150.webp 200w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe-465x349.webp 465w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/familia_de_ilda_e_virgilio._isabel_em_pe-666x500.webp 666w\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Fam\u00edlia de Hilda Martins e Virgilio Gomes, considerado o primeiro desaparecido pol\u00edtico da ditadura militar.\u00a0Foto\u00a0<\/em><strong>Virg\u00edlio Gomes\/Arquivo Pessoal<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A mais nova dos filhos, Isabel, tinha quatro meses de vida quando foi raptada pelos militares junto com os irm\u00e3os (todos crian\u00e7as) e entregues&nbsp;para o juizado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/5LqdN59xBys?si=bDIousT7894RWDik\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener follow external sponsored ugc\" data-wpel-link=\"external\">Assista audi\u00eancia sobre o caso de Virg\u00edlio Gomes da Silva.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Virg\u00edlio era um dos militantes mais procurados do Brasil porque foi o comandante do sequestro do embaixador norte-americano no Brasil, Charles Burke Elbrick. A opera\u00e7\u00e3o negociou a liberta\u00e7\u00e3o de 15 prisioneiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Hoje, Isabel, que \u00e9 professora, tem 54 anos de idade e vive em S\u00e3o Paulo depois de voltar de Cuba, onde a fam\u00edlia se exilou com a m\u00e3e. \u201cA hist\u00f3ria da fam\u00edlia (de Rubens) Paiva \u00e9 muito parecida com o que aconteceu com a nossa fam\u00edlia. Minha m\u00e3e ficou viva com quatro filhos para criar. Eu era a filha menor\u201d.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Prote\u00e7\u00e3o na dor<\/h2>\n\n\n\n<p>O irm\u00e3o mais velho preso tinha nove anos. No dia da pris\u00e3o da m\u00e3e (30 de setembro, o dia seguinte), o carro dos militares com a fam\u00edlia chegou a capotar. \u201cMinha m\u00e3e tentou me proteger e ningu\u00e9m se machucou gravemente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ilda, que ficou mais de um ano presa no Dops e no pres\u00eddio Tiradentes, tamb\u00e9m em S\u00e3o Paulo, tem hoje 94 anos de idade e est\u00e1 l\u00facida.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEla sente muito at\u00e9 hoje sobre o per\u00edodo em que ficou separada dos filhos. De vez em quando, lembra disso e chora\u201d, diz a filha. As crian\u00e7as, depois de quatro meses no juizado da inf\u00e2ncia, foram abrigadas por outros familiares.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Depois que a fam\u00edlia passou mais de uma d\u00e9cada exilada em Cuba, Ilda pediu que todos voltassem para o Brasil depois que se formassem no ensino superior.&nbsp;Para Isabel, a m\u00e3e \u00e9 uma hero\u00edna, tanto por ter lutado ao lado do pai quanto para manter for\u00e7a para criar os quatro filhos depois que o marido foi sequestrado e morto pelos militares. \u201cA nossa luta agora \u00e9 por encontrar os restos mortais. O Brasil nunca fez um julgamento correto\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>Da luta de Ilda, Isabel lembra-se como a m\u00e3e, no tempo de cadeia, sem responder por nenhuma acusa\u00e7\u00e3o, estava desesperada sem ver as crian\u00e7as. Recorda daqueles dias quando iam at\u00e9 a porta do pres\u00eddio esperar qualquer not\u00edcia da m\u00e3e. Depois que Ilda conseguiu a liberdade, a fam\u00edlia continuou sendo seguida. Por isso, resolveu&nbsp;ir embora do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Nas portas das cadeias<\/h2>\n\n\n\n<p>Persist\u00eancia e for\u00e7a, mesmo diante de dor e trauma, nessa busca, por parte das mulheres, fizeram com que a luta permanecesse viva e presente. Como \u00e9 o caso de Diva Santana que, aos 81 anos, \u00e9 representante dos familiares na Comiss\u00e3o Especial sobre Mortos e Desaparecidos Pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Ela procura a irm\u00e3, Dinaelza Coqueiro, h\u00e1 50 anos, que foi morta pelos militares na Guerrilha do Araguaia. Diva&nbsp;entende que as mulheres familiares dos perseguidos e presos andavam nas portas das cadeias. \u201cEssas mulheres lutaram, ao longo da nossa hist\u00f3ria, e continuam lutando para que tenhamos um pa\u00eds justo, democr\u00e1tico e humano antes de tudo\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div id=\"110753\" class=\"advads-saneouro advads-entity-placement\" style=\"margin-top: 10px;margin-bottom: 10px;margin-left: auto;margin-right: auto;text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.saneouro.com.br\/noticias\/de-olho-na-saude-publica-lixo-descartado-incorretamente-pode-entupir-redes-de-esgoto\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"Diario_Ouro_Preto_Site\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"follow external noopener noreferrer sponsored ugc\"><img src=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Diario_Ouro_Preto_Site.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Diario_Ouro_Preto_Site.jpg 300w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Diario_Ouro_Preto_Site-180x150.jpg 180w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Diario_Ouro_Preto_Site-14x12.jpg 14w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" width=\"300\" height=\"250\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p>Por: Luiz Claudio Ferreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil\/ Com colabora\u00e7\u00e3o da rep\u00f3rter Sayonara Moreno, da R\u00e1dio Nacional<\/p>\n\n\n\n<div id=\"50321\" class=\"advads-plantao advads-entity-placement\"><a href=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/pt\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"site &#8211; noticia\" data-wpel-link=\"external\" rel=\"follow external noopener noreferrer sponsored ugc\"><img src=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755.jpg 1200w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-150x38.jpg 150w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-660x167.jpg 660w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-768x194.jpg 768w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-1000x252.jpg 1000w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-1536x388.jpg 1536w, https:\/\/www.diariodeouropreto.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/titulosite2-e1616373489755-2048x517.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" width=\"1200\" height=\"303\"  style=\"display: inline-block;\" \/><\/a><\/div><p>Foto:\u00a9 Elza dos Santos\/Arquivo Pessoa<strong><br><\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a outras mulheres que lutaram pela fam\u00edlia e pela democracia Sorrisos, festa, m\u00fasica\u2026 Oito de mar\u00e7o era sempre de celebra\u00e7\u00e3o especial do anivers\u00e1rio de Elza dos Santos. 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